A ABETARDA

de JOÃO MONGE

ESPECTÁCULO DE CANTE E TEATRO DE RUA

SÁBADO, 05 SET, 21h30 | AVANTEATRO

https://www.festadoavante.pcp.pt/2020/a-abetarda

e integrado no DESCONCENTRA – Artes contemporâneas na rua

SÁBADO, 12 SET, 19h | MUNDET

DOMINGO, 27 SET, 19h | PARQUE DAS LAGOAS, FERNÃO FERRO

SÁBADO, 03 OUT, 21h | PARQUE NATURAL DA QUINTA DO SERRADO, AMORA

DOMINGO, 04 OUT, 21h | MOÍNHO DE MARÉ DE CORROIOS

http://www.cm-seixal.pt/desconcentra/2020/desconcentra

fotografia Luana Santos

A Abetarda foi o projeto que resultou da parceria, em 2014, entre o Teatro da Terra e o Município de Castro Verde, promovida pelo então Presidente Francisco Duarte. 
Ao autor João Monge, encomendámos o texto que junta o Cante Alentejano ao teatro de rua, numa celebração deste símbolo de Castro Verde, com uma história orientada para uma procissão pagã, habilmente tecida na base da cultura popular alentejana, polvilhada por reminiscências do cristianismo, projectando a elevação da maior ave de vôo da Europa, a um estatuto mitológico/fantástico. Os quatro textos da autoria de João Monge que o Teatro da Terra materializou em teatro até hoje, destacam este consanguíneo poeta/letrista/escritor como o criador mais representado pela companhia.
Maria João Luís dirige para o Teatro da Terra, um elenco alargado onde os Tocá Rufar e seis grupos corais alentejanos sediados no Seixal, partilham as ruas e os traços característicos da cultura popular, sinal de um posicionamento artístico inovador na capacidade de integrar os agentes locais, sem que a identidade própria de cada grupo destoe da criação teatral  colectiva. O Teatro da Terra com a remontagem de A Abetarda afirma-se mais uma vez, como um projecto de teatro comunitário de características únicas, operando agora a partir do concelho do Seixal.

encenação MARIA JOÃO LUÍS_____ com MARIA JOÃO LUÍS, FILIPE GOMES, SÉRGIO GOMES TOCÁ RUFAR dirigidos por RUI JUNIOR, Grupo Coral As Papoilas do Fogueteiro, Grupo Coral Alentejano de ASSTAS, Grupo Coral Alentejano Lírio Roxo de Paio Pires, Grupo Coral Operário Alentejano do C. C. e D. das Paivas, Grupo de Cante Feminino da Associação de R. P. I. da Torre da Marinha_____ trompetista DIOGO CABRITA SANTOS

caracterização e figurinos PESSOA JUNIOR_____ máscara PAULA HESPANHA_____ fotografia LUANA SANTOS______ produção RITA COSTA______ assistência de produção FILIPE GOMES_____ direcção de produção e luz PEDRO DOMINGOS

co-produção____ TEATRO da TERRA e MUNICÍPIO DE CASTRO VERDE____ 2014/2020_____ M/6_____ 60 min. 

ERMELINDA DO RIO

nocturno para voz e concertina

de JOÃO MONGE

fotografias Vitorino Coragem

SÁBADO, 26 SET 2020, 21h30

FÓRUM CULTURAL JOSÉ MANUEL FIGUEIREDO – MOITA

https://www.cm-moita.pt/pages/450

As cheias do Tejo, a 26 de Novembro de 1967, no Ribatejo e arredores de Lisboa, foram a maior catástrofe natural, em Portugal desde o terramoto de 1755. Serviram de inspiração para João Monge escrever, na primeira pessoa, um poema narrativo pelos olhos de uma menina e de sua mãe, que vivem a tragédia de sobreviver para assistir, impotentes, ao desaparecimento da sua família, de amigos, de conhecidos. E bastou uma noite de chuva como tantas outras para que, de madrugada, o mundo estivesse virado do avesso.
Maria João Luís, naquele dia com 4 anos, é uma dessas pessoas que, juntamente com pai, mãe e irmão, sobreviveram, mas muitos dos seus familiares desapareceram nessa noite. A noite do fim do mundo, como alguém lhe chamou, é ainda hoje uma história mal contada. Ermelinda do Rio é um poema vivido pela actriz, que ela própria encena, numa auto-expiação dos seus fantasmas.

encenação MARIA JOÃO LUÍS_____ música para três contrabaixos JOSÉ PEIXOTO_____ cenografia JOSÉ CARRETAS_____ desenho de luz PEDRO DOMINGOS

com MARIA JOÃO LUÍS______ e os músicos ao vivo MIGUEL LEIRIA PEREIRA, SOFIA PIRES, SOFIA QUEIROZ ÔRE-IBIR

produção executiva RITA COSTA_____ assistência de encenação e design gráfico  CLARISSE RICARDO_____ fotografia de cena  VITORINO CORAGEM_____ assistência de produção FILIPE GOMES_____ direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

produção_____ TEATRO da TERRA____    2019____ M/12____ duração aprox. 55 min. 

Já apresentado em: Teatro Cinema de Ponte de Sor; Castelo de Alter do Chão; Teatro do Bairro – Lisboa; Avanteatro – Seixal; Teatro Miguel Franco – Leiria; Teatro Municipal de Vila Real; Cine-teatro de Estarreja; Ateneu Artístico Vilafranquense – Vila Franca de Xira; Fórum Municipal Luísa Todi – Setúbal; Trigo Limpo – Acert – Tondela; Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Moita.

A MULHER QUE MATOU OS PEIXES

a partir do livro homónimo de CLARICE LISPECTOR

Livro integra o Plano Nacional de Leitura recomendado para alunos dos 9 aos 11 anos

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quadro de Avelino Carmo

2021 | FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

ESTREIA ADIADA PARA 2021 DEVIDO À PANDEMIA

adaptação e encenação MARIA JOÃO LUÍS____ figurinos  DINO ALVES____  caracterização e adereços  PESSOA JÚNIOR_____  movimento  PAULO DUARTE RIBEIRO_____  desenho de luz  PEDRO DOMINGOS

com  ANA AMARAL, BEATRIZ FRAZÃO, FILIPE GOMES, PAULO DUARTE RIBEIRO e os alunos  ANA GOMES, CÁTIA DÂMASO, DANIELA LAGES, INÊS BRAGA, IRINA CAEIRO, LEONOR LIMA, MARGARIDA FIGUEIREDO, PAULO GARCIA, REGINA LOPES, SORAIA GOMES, VITÓRIA GOMES

pintura do cartaz JOANA VILLAVERDE_____  produção executiva RITA COSTA_____  assistência de encenação ANA AMARAL_____ design gráfico CLARISSE RICARDO_____  cenografia inspirada no quadro de AVELINO CARMO_____ construída por RUI GORDA e RUI MATOS_____  assistência de caracterização e adereços  ANDREIA PENA e MAFALDA ANTUNES_____  assistência de produção  FILIPE GOMES_____  direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

uma produção____   TEATRO da TERRA_____ 2020/21_____ M/6_____  duração aprox. 50 min.