Arquivo da categoria: Teatro

Estreia A ÚLTIMA REFEIÇÃO de António Cabrita

TEATRO DA TERRA
DEZ 21

ESTREIA ABSOLUTA NO 38º FESTIVAL DE TEATRO DO SEIXAL



A ÚLTIMA REFEIÇÃO de ANTÓNIO CABRITA

encenação   ANTÓNIO PIRES com   MARIA  JOÃO  LUÍS

cenografia  JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA      composição e direcção musical   JOÃO LUCAS    desenho de luz  PEDRO DOMINGOS    fotografia  ALÍPIO PADILHA  produção executiva  DIANA ESPECIAL    assistência de produção  FILIPE GOMES    direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

coprodução   
TEATRO DA TERRA / CASA DAS ARTES DE V.N. DE FAMALICÃO 
TEATRO MUNICIPAL BRAGANÇA / SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL
M/12

4 DEZEMBRO 2021 
SÁBADO às 21h30
AUDITÓRIO MUNICIPAL
FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL


BILHETES
TICKETLINE
BIBLIOTECA MUNICIPAL
FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

Helena dispõe os ingredientes sobre a banca e deita mãos à obra: preparar uma última refeição para Bert. Escolheu fazer-lhe frango na púcara com temperos à Mãe Coragem. Assim começa este monólogo interpretado por Maria João Luís, escrito por António Cabrita e encenado por António Pires.
Enquanto cozinha, Helena vai discorrendo sobre a sua vida com Bert: as grandes alegrias por partilharem de um transcendente sonho teatral e por se confiarem incondicionalmente no palco, numa sintonia que os levou ao êxito, e por outro lado o sofrimento com as traições conjugais, o carácter de pinga-amor do Brecht e a sua noção alargada de “família”; a dureza da vida no exílio; o difícil regresso a Berlim e o seu papel de “mãe” para manter Bert no equilíbrio propício às suas necessidades criativas.
Bert já está no caixão, mas ela ficou de responder à morte na manhã seguinte, para o substituir ou não, enquanto nesse caso, a Morte o ressuscitaria. Em desespero, resolveu fazer o prato que Bert mais gostava e que considerava digno de ressuscitar um morto – talvez assim ela não precise sacrificar-se, pensa.
 

DEZ 21 
9 a 11 | CASA DAS ARTES DE V. N. FAMALICÃO
15 | TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA
18 | TEATRO DAS BEIRAS, COVILHà  

JAN 22
20 a 22 | FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

FEV 22
15 a 20 | SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL, LISBOA

PARCERIA – CÂMARA MUNICIPAL DO SEIXAL
ESTRUTURA FINANCIADA
REPÚBLICA PORTUGUESA – CULTURA / DGARTES
APOIO À DIVULGAÇÃO – TURISMO DE LISBOA

Duas comédias irresistíveis

TEATRO DA TERRA
OUT 21



A PULGA ATRÁS DA ORELHA de Georges Feydeau

encenação   MARIA JOÃO LUÍS
com    HÉLDER  AGAPITO,   MARIA  JOÃO  LUÍS,  MIGUEL  SOPAS,   PAULO  DUARTE  RIBEIRO,  SÉRGIO  GOMES,   SÍLVIA  FIGUEIREDO,   TOBIAS  MONTEIRO,   VITOR  OLIVEIRA   e
FILIPE GOMES,  MANUEL JANEIRO,  RITA  ARAÚJO

tradução   CUCHA  CARVALHEIRO  e  MANUELA  COUTO
cenografia  ÂNGELA ROCHA      figurinos  MARIA JOÃO LUÍS e ROSÁRIO BALBI   desenho de luz  PEDRO DOMINGOS
cabelos e maquilhagem  DAVID XAVIER
fotografia  ALÍPIO PADILHA  produção executiva  DIANA ESPECIAL    construção cenográfica    BENTO CORREIA
assistência de produção  FILIPE GOMES direcção de produção   PEDRO DOMINGOS
produção    TEATRO DA TERRA    M/12

OUTUBRO 2021 – 27 a 31
QUA a SÁB às 21h30 | DOMINGO às 17h00
TEATRO DO BAIRRO
Rua Luz Soriano, 63 – ao Bairro Alto, Lisboa
BILHETES

A esposa Raimunda Chandebise, depois de anos de felicidade conjugal, desconfia do marido Vitor Manuel e decide testar a sua fidelidade, marcando um encontro num hotel/ bordel com uma admiradora secreta fictícia. A partir daqui, o terreno está preparado para um carrocel de equívocos, encontros, desencontros e coincidências improváveis, que fazem deste clássico vaudeville, uma agradável sátira social ao casamento e à vida da burguesia do início do século XX.Mestre da farsa cómica-dramática, Georges Feydeau, escreve em 1907 A PULGA ATRÁS DA ORELHA e no mesmo ano a peça estreia no Théatre des Nouveautés, em Paris. Considerada como um dos maiores sucessos deste autor maior, perpetua o seu lugar no repertório da Comédie Française e de teatros de todo mundo, confirmando Feydeau como um dos maiores dramaturgos de sempre.



TEATRO DA TERRA  acolhe  o  TEATRO DO BAIRRO no SEIXAL
 

UM, DOIS, TRÊS! 
de Ferenc Molnár     

encenação   ANTÓNIO PIRES

com  ADRIANO LUZ,  JOÃO BARBOSA,  VERA MOURA,  JOÃO MARIA,  CAROLINA SERRÃO,  MARIANA BRANCO,  HUGO MESTRE AMARO,  FRANCISCO VISTAS,  JAIME BAETA,  DUARTE GUIMARÃES 

tradução  RODRIGO FRANCISCO    cenário ALEXANDRE OLIVEIRA    figurinos  LUÍS MESQUITA  caracterização  IVAN COLETTI   desenho de luz  RUI SEABRA   desenho de som  PAULO ABELHO  assistência de encenação  MIGUEL BARTOLOMEU  assistência à direcção de cena  AFONSO LUZ   construção de cenário  FÁBIO PAULO    guarda-roupa  PERIS COSTUMES     assistência guarda-roupa  CATARINA VICENTE operação de luz  PEDRO FLORENTINO    operação de som  ANTÓNIO OLIVEIRA        fotografia de cena  MIGUEL BARTOLOMEU  produção executiva  IVAN COLETTI administração de produção ANA BORDALO        comunicação  MARIA JOÃO MOURA 
produtor  ALEXANDRE OLIVEIRA 
produção  AR DE FILMES / TEATRO DO BAIRRO         

ESTREIA NACIONAL
29 e 30 de OUTUBRO
SEXTA e SÁBADO às 21h30
BILHETES

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL
BILHETEIRA ticketline | Biblioteca Municipal | Bilheteira do Fórum Cultural do Seixal

O Presidente Norrison, à cabeça de um grupo bancário de primeiro plano sediado numa grande capital europeia, está prestes a juntar-se à sua família para uma semana de férias na montanha. Os negócios não podiam correr melhor: Norrison está no auge da sua glória. Mas eis que surge um problema inesperado e bastante comprometedor: Lydia, a filha de um magnata americano que tinha vindo passar uns meses na Europa ao cuidado da família Norrison, casou-se em segredo (e “à pressa”) com um chofer de táxi comunista. Como se não bastasse, os pais da rapariga resolveram vir fazer-lhe uma visita surpresa. Posto contra a parede, Norrison dispõe de apenas uma hora para transformar um proletário simplório no presidente da União de Fábricas de Automóveis. Estará ele à altura do desafio?

Entre as figuras tutelares da modernidade, Ferenc Molnár (1878-1952) marcou fortemente a cena teatral húngara do século XX. A sua técnica de diálogo e de carpintaria dramatúrgica, que o autor apurou a traduzir os mestres da comédia francesa, tem em UM, DOIS, TRÊS! Um exemplo de verdadeira relojoaria burlesca. Comédia de ritmo trepidante, escrita em 1929, na sequência da primeira viagem que o autor realizou aos Estados Unidos, põe a nu, de forma divertida, os embustes das práticas capitalistas, justamente no ano em que o índice Dow Jones deu o primeiro trambolhão da História.

    

PARCERIA                                         ESTRUTURA FINANCIADA
CÂMARA MUNICIPAL DO SEIXAL           REPÚBLICA PORTUGUESA – CULTURA                                                           DIRECÇÃO-GERAL DAS ARTES

APOIO À DIVULGAÇÃO TURISMO DE LISBOA

Our mailing address is:
CASAL DA CRUZ VELHA – ESTRADA DA CRUZ VELHA
2665-053 ENXARA DO BISPO

Copyright © 2021 TEATRO DA TERRA, All rights reserved.

Newsletter Outubro 21

TEATRO DA TERRA OUT 21

A PULGA ATRÁS DA ORELHA
de Georges Feydeau       

encenação  MARIA JOÃO LUÍS
com  HELDER AGAPITO,  MARIA JOÃO LUÍS, MIGUEL SOPAS,  PAULO DUARTE RIBEIRO, SÉRGIO GOMES,  SÍLVIA FIGUEIREDO,  TOBIAS MONTEIRO,  VITOR OLIVEIRA  e     
FILIPE GOMES,  MANUEL JANEIRO,  RITA ARAÚJO

tradução  CUCHA CARVALHEIRO e MANUELA COUTO  cenografia ÂNGELA ROCHA    figurinos  MARIA JOÃO LUÍS e ROSÁRIO BALBI    desenho de luz  PEDRO DOMINGOS      cabelos e maquilhagem DAVID XAVIER  fotografia  ALÍPIO PADILHA      produção executiva  DIANA ESPECIAL      construção cenográfica  BENTO CORREIA  assistência de produção  FILIPE GOMES      direcção de produção  PEDRO DOMINGOS 
produção   TEATRO DA TERRA     M/12

OUTUBRO 2021
27 a 31
QUA a SÁB às 21h30
DOMINGO 17h

TEATRO
DO BAIRRO

Rua Luz Soriano, 63
ao Bairro Alto, Lisboa
BILHETES

A esposa Raimunda Chandebise, depois de anos de felicidade conjugal, desconfia do marido Vitor Manuel e decide testar a sua fidelidade, marcando um encontro num hotel/ bordel com uma admiradora secreta fictícia. A partir daqui, o terreno está preparado para um carrocel de equívocos, encontros, desencontros e coincidências improváveis, que fazem deste clássico vaudeville, uma agradável sátira social ao casamento e à vida da burguesia do início do século XX.

Mestre da farsa cómica-dramática, Georges Feydeau, escreve em 1907 A PULGA ATRÁS DA ORELHA e no mesmo ano a peça estreia no Théatre des Nouveautés, em Paris. Considerada como um dos maiores sucessos deste autor maior, perpetua o seu lugar no repertório da Comédie Française e de teatros de todo mundo, confirmando Feydeau como um dos maiores dramaturgos de sempre.
 

TEATRO DA TERRA   acolhe  o  TEATRO DO BAIRRO
OUT 21



UM, DOIS, TRÊS! 
de Ferenc Molnár     

encenação  ANTÓNIO PIRES
com  ADRIANO LUZ,  JOÃO BARBOSA,  VERA MOURA,  JOÃO MARIA,  CAROLINA SERRÃO,  MARIANA BRANCO,  HUGO MESTRE AMARO,  FRANCISCO VISTAS,  JAIME BAETA,  DUARTE GUIMARÃES 

tradução  RODRIGO FRANCISCO   cenografia ALEXANDRE OLIVEIRA     figurinos  LUÍS MESQUITA  caracterização  IVAN COLETTI     desenho de luz  RUI SEABRA       desenho de som  PAULO ABELHO  assistência de encenação  MIGUEL BARTOLOMEU        assistência à direcção de cena  AFONSO LUZ     construção de cenário  FÁBIO PAULO       guarda-roupa  PERIS COSTUMES        assistência guarda-roupa  CATARINA VICENTE         operação de luz  PEDRO FLORENTINO          operação de som  ANTÓNIO OLIVEIRA        fotografia de cena  MIGUEL BARTOLOMEU        produção executiva  IVAN COLETTI      administração de produção ANA BORDALO        comunicação  MARIA JOÃO MOURA  produtor  ALEXANDRE OLIVEIRA                                                                                                 
produção  AR DE FILMES / TEATRO DO BAIRRO              

O Presidente Norrison, à cabeça de um grupo bancário de primeiro plano sediado numa grande capital europeia, está prestes a juntar-se à sua família para uma semana de férias na montanha. Os negócios não podiam correr melhor: Norrison está no auge da sua glória. Mas eis que surge um problema inesperado e bastante comprometedor: Lydia, a filha de um magnata americano que tinha vindo passar uns meses na Europa ao cuidado da família Norrison, casou-se em segredo (e “à pressa”) com um chaffeur de táxi comunista. Como se não bastasse, os pais da rapariga resolveram vir fazer-lhe uma visita de surpresa. Posto contra a parede, Norrison dispõe de apenas uma hora para transformar um proletário simplório no presidente da União de Fábricas de Automóveis. Estará ele à altura do desafio?

Entre as figuras tutelares da modernidade, Ferenc Molnár (1878-1952) marcou fortemente a cena teatral húngara do século XX. A sua técnica de diálogo e de carpintaria dramatúrgica, que o autor apurou a traduzir os mestres da comédia franceses, tem em UM, DOIS, TRÊS! Um exemplo de verdadeira relojoaria burlesca. Comédia de ritmo trepidante, escrita em 1929, na sequência da primeira viagem que o autor realizou aos Estados Unidos, põe a nu, de forma divertida, os embustes das práticas capitalistas, justamente no ano em que o índice Dow Jones deu o primeiro trambolhão da História.
 

29 e 30 de OUTUBRO 2021
SEXTA e SÁBADO às 21h30
BILHETES

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL
Bilheteira – ticketline.pt | Biblioteca Municipal | Bilheteira do Fórum Cultural do Seixal

PARCERIA – CÂMARA MUNICIPAL DO SEIXAL
ESTRUTURA FINANCIADA
REPÚBLICA PORTUGUESA – CULTURA / DIRECÇÃO-GERAL DAS ARTES
APOIO À DIVULGAÇÃO – TURISMO DE LISBOA

teatrodaterra@gmail.com

Copyright © 2021 TEATRO DA TERRA, All rights reserved.Want to change how you receive these emails?
You can  unsubscribe from this list.

Newsletter Setembro 2021

TEATRO DA TERRA SET 21
A PULGA ATRÁS DA ORELHA
de Georges Feydeau
encenação  MARIA JOÃO LUÍS
com HÉLDER AGAPITO, MARIA JOÃO LUÍS, MIGUEL SOPAS, PAULO DUARTE RIBEIRO, SÉRGIO GOMES, SÍLVIA FIGUEIREDO, TOBIAS MONTEIRO, VITOR OLIVEIRA e  FILIPE GOMES, MANUEL JANEIRO, RITA ARAÚJO

tradução  CUCHA CARVALHEIRO e MANUELA COUTO   cenografia  ÂNGELA ROCHA  figurinos  MARIA JOÃO LUÍS e ROSÁRIO BALBI  desenho de luz  PEDRO DOMINGOS  cabelos e maquilhagem DAVID XAVIER fotografia ALÍPIO PADILHA  produção executiva  DIANA ESPECIAL  assistência de produção  FILIPE GOMES      direcção de produção  PEDRO DOMINGOS                                                                      produção   TEATRO DA TERRA   2020/21   M/12

Setembro 2021
23 a 25
QUINTA A SÁBADO
às 21h30

AUDITÓRIO MUNICIPAL
FÓRUM
CULTURAL DO SEIXAL

 BILHETES ticketline.pt BIBLIOTECA MUNICIPAL
BILHETEIRA DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL
UMA COMÉDIA HILARIANTE
A esposa Raimunda Chandebise, depois de anos de felicidade conjugal desconfia do marido Vitor Manuel, e decide testar a sua fidelidade, marcando um encontro num hotel/bordel, com uma admiradora secreta fictícia. A partir daqui o terreno está preparado para um carrocel de equívocos, encontros, desencontros e coincidências improváveis, que fazem deste clássico vaudeville, uma agradável sátira social ao casamento e à vida da burguesia parisiense do início do século XX.
 

COMP.ª DE TEATRO DE BRAGA ACOLHE O TEATRO DA TERRA
29 e 30 SET 

 

A IDA AO TEATRO e outros textos
de Karl Valentin 

encenação  MARIA JOÃO LUÍS
com   CAROLINA PICOITO PINTO, HÉLDER AGAPITO                     MARIA JOÃO LUÍS, RITA ROCHA SILVA, FILIPE GOMES            GIOVANNI BARBIERI no piano, JOSÉ BLANCO no violoncelo

tradução  LUÍZA NETO JORGE e MARIA ADÉLIA SILVA MELO     espaço cénico e figurinos MARIA JOÃO LUÍS      desenho de luz  PEDRO DOMINGOS  fotografia LUANA SANTOS produção executiva  DIANA ESPECIAL  assistência de produção  FILIPE GOMES  direcção de produção  PEDRO DOMINGOS                                                                     
produção   TEATRO DA TERRA   2020   M/12

29 e 30 DE SETEMBRO
QUARTA E QUINTA ÀS 21H30

THEATRO CIRCO DE BRAGA
AVENIDA DA LIBERDADE, 697 – 4710-251 BRAGA
BILHETES

Os textos de Karl Valentin são tão profundos quanto engraçados, tão críticos quanto divertidos. Nos vários “duelos” maravilhosamente grotescos, que a personagem trava com comerciantes, funcionários, polícias, e outros da rua, sentimos a delicadeza que a vida pode conter, intrinsecamente mestrada na arte de desconversar, na tomada à letra ou nos diálogos que interpreta como quer, e por isso, inocente da responsabilidade nas situações absurdas.As personagens nascem das classes trabalhadoras mais baixas, como o casal de A IDA AO TEATRO, ou o duo de electricistas n’O PROJECTOR AVARIADO, são pessoas simples que se encontram actualmente, como no início do século passado, e é por isso que as pessoas ainda riem com tanto entusiasmo dessas pessoas teimosas hoje, como o faziam há 100 anos atrás.
O seu humor corrosivo alerta-nos para o mais insignificante dos pormenores nos intervalos temporais por onde deambula, coagindo-nos a desafiar a lógica vigente ao instalar a dúvida relativa na hierarquia da importância, desta nossa abordagem à vida, deixando-nos a tentar adivinhar desfechos para finais, que o não são.
 
Our mailing address is:
teatrodaterra@gmail.com

Copyright © 2021, TEATRO DA TERRA All rights reserved.

Want to change how you receive these emails?
You can unsubscribe from this list.
 

A PULGA ATRÁS DA ORELHA

de GEORGES FEYDEAU

16 a 18 e 23 a 25 SET 2021

QUI a SAB às 20h30

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

Info e reservas – Biblioteca Municipal do Seixal , ticketline.pt

facebook.com/teatrodaterra; instagram.com/teatrodaterra; twitter.com/teatroedaterra

fotografia Alípio Padilha

A esposa Raymonde Chandebise, depois de anos de felicidade conjugal desconfia do marido Victor Manuel, e decide testar a sua fidelidade, marcando um encontro num hotel/bordel, com uma admiradora secreta fictícia. A partir daqui o terreno está preparado para um carrocel de equívocos, encontros, desencontros e coincidências improváveis, que fazem deste clássico vaudeville, uma agradável sátira social ao casamento e á vida da burguesia parisiense do início do século XX.

Mestre da farsa comica-dramática, Georges Feydeau escreve em 1907, A Pulga Atrás da Orelha, e no mesmo ano a peça estreia no Théatre des Nouveautés, em Paris. Considerada como um dos maiores sucessos deste autor maior, perpetua o seu lugar no repertório da Comédie Française e de teatros de todo o mundo, confirmando Feydeau, como um dos maiores dramaturgos de sempre. Depois de O Marido Vai à Caça(2011) e A Dama do Maxim(2014) dois dos nossos maiores sucessos, o  Teatro da Terra volta a Feydeau para presentear o público, com duas horas de alegria e boa disposição.

tradução  CUCHA CARVALHEIRO e MANUELA COUTO_____encenação  MARIA JOÃO LUÍS cenografia  ÂNGELA ROCHA_____figurinos  MARIA JOÃO LUÍS e ROSÁRIO BALBI_____desenho de luz  PEDRO DOMINGOS

com  HELDER AGAPITO, MARIA JOÃO LUÍS, MIGUEL SOPAS, PAULO DUARTE RIBEIRO, SÉRGIO GOMES, SILVIA FIGUEIREDO, VITOR OLIVEIRA, TOBIAS MONTEIRO e FILIPE GOMES, MANUEL JANEIRO, RITA ARAÚJO

produção executiva  RITA DIEDRA_____cabelos DAVID XAVIER_____fotografia ALÍPIO PADILHA assistência de produção  FILIPE GOMES_____direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

produção  TEATRO da TERRA_____ 2020_____120 min.____M/12

JA PASSARAM QUANTOS ANOS, DESDE A ÚLTIMA VEZ QUE FALÁMOS, PERGUNTOU ELE

de RUI PINA COELHO

TEATRO da TERRA acolhe o TEATRO DAS BEIRAS

SAB, 19 JUN 21 às 20h30 | FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

SAB às 20h30 | https://ticketline.sapo.pt/evento/ja-passaram-quantos-anos-desde-a-ultima-vez-55174 ; Biblioteca Municipal e Fórum Cultural do Seixal

fotografia Ovelha Eléctrica

Já passaram quantos anos desde a última vez que falámos, perguntou ele, um texto que escrevi em 2011 para um espectáculo estreado no TEP – Teatro Experimental do Porto, é uma peça que gostava muito que fosse sobre a minha geração e sobre aquilo que nos tem acontecido. É sobre os nossos amores, casamentos, divórcios, as mudanças de casa, as partidas. Sobre o passar dos anos, sobre o entrar na vida adulta, sobre abandonar sonhos, sobre arranjar trabalho, sobre trabalhar, sobre andar apaixonado. Gostava que este texto fosse uma coisa sobre a vida em Portugal nas últimas décadas – mais ano menos ano. Um texto sobre amigos que vêem os amigos a crescer e a mudar. Um texto sobre a vida que fui vivendo, sobre a que me foram contando e sobre a que fui vendo. Em casa, no trabalho, nas ruas, nas manifestações, nos livros e nos jornais.

Passaram, entretanto, dez anos. E este é agora um texto para hoje. Para o que ainda nos vai acontecendo. E tem acontecido tanta coisa. A peça é construída num diálogo próximo com um outro texto, estreado em Portugal em 1967, no Teatro Experimental do Porto: O tempo e a ira, de John Osborne, com encenação de Fernando Gusmão. As quatro personagens do meu texto (Jaime, Cláudio, Alice e Helena) são “projecções” (mais ou menos distorcidas) de quatro das personagens do texto de Osborne: do arquetípico jovem revoltado Jimmy Porter; do enigmático mediador afável Cliff; da frágil e estóica Alison, a filha do Coronel; e da intensa Helena Charles, actriz. Além disso, aquilo que “acontece” ao quarteto português é o mesmo que “aconteceu” ao quarteto britânico. Os amores e desamores são (mais ou menos) os mesmos. Os erros são (mais ou menos) os mesmos. A raiva é mais ou menos a mesma. Mas com uma diferença maior. Nos anos cinquenta os Angry Young Men revoltavam-se contra todo um sistema de valores que declaravam obsoleto. Punham em questão as noções de Império, de masculinidade, de identidade, de futuro. A raiva era essencialmente uma questão geracional. “Look Back in Anger apresenta a juventude do pós-guerra tal como ela é […]. Todas as suas qualidades estão lá, qualidades que já não supúnhamos ver aparecer em palco – a deriva para a anarquia, um instintivo ideário de esquerda, a rejeição automática das atitudes ‘oficiais’, um sentido de humor surrealista, a promiscuidade casual, a sensação de que falta uma cruzada pela qual valha a pena lutar e, sublinhando tudo isto, a determinação de que ninguém deve morrer sem que se lhe faça o luto”, escrevia o influente crítico Kenneth Tynan, numa crítica entusiasmada titulada “A voz dos jovens” (Observer, 13 de Maio de 1956). E terminava a sua crítica com a apaixonada declaração: “Não sei se seria capaz de amar alguém que não queira ir ver Look Back in Anger. É a melhor peça jovem da sua geração”. Estava tudo dito.

Hoje as coisas são muito diferentes. Mas. A raiva do Jaime é diferente da raiva do Jimmy. A nossa raiva é confusa, dispersa, plural. Ou, pelo menos, a minha é assim. Se é que lhe posso chamar raiva. É pela promessa de liberdade que se esfumou. É uma raiva pela destruição das coisas verdadeiramente importantes – a paz, o pão, educação, saúde – banhada num mar de irrelevâncias, banalidades e futilidades. É a raiva da indignação. As coisas são hoje muito diferentes. Mas. Rui Pina Coelho

encenação GIL SALGUEIRO NAVE_____cenografia, figurinos e cartaz LUÍS MOURO_____desenho de luz  FERNANDO SENA e PEDRO BILOU_____sonoplastia HÂMBAR DE SOUSA____interpretação FERNANDO LANDEIRA, SÍLVIA MORAIS, SUSANA GOUVEIA e TIAGO MOREIRA

operação de luz e som HÂMBAR DE SOUSA____assistência ao movimento INÊS BARROS______confecção de figurinos SOFIA CRAVEIRO_____carpintaria JOSÉ FERREIRA DE SOUSA_____produção CELINA GONÇALVES ______fotografia e vídeo OVELHA ELÉCTRICA

produção TEATRO das BEIRAS____ 2021 ____90 min.____M/16

GOSTAVA DE ESTAR VIVA PARA VÊ-LOS SOFRER

a partir de DE ALGUM TEMPO A ESTA PARTE de MAX AUB

TEATRO da TERRA acolhe a COMP.ª DE TEATRO DE BRAGA

26 e 27 MAI 21 | FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

QUA e QUI às 21h | https://ticketline.sapo.pt/evento/gostava-de-estar-viva-para-ve-los-sofrer-54754 e bilheteira do Fórum Cultural do Seixal

fotografia Eduarda Filipa

“Isto o vi eu. E continuo viva. E ainda há quem não queira inteirar-se.”

A dureza testemunhal é uma das principais qualidades deste texto seco e sórdido de Aub. Não quero que ninguém me console, diz Emma Blumennthal ao resistir à tentação melodramática e ao esquecimento. Tenta mitigar a sua própria amargura por todas as perdas, encontrando-lhes um sentido e uma missão. E a sua missão é o testemunho, a presença e a denúncia: isso eu vi. Sim! E ainda estou viva. E ainda há quem não queira inteirar-se. As suas palavras assumem uma dimensão enorme e justificam a sua presença diante de nós. Apesar do sofrimento, aquela mulher torturada pela vida e pela história decide ir em frente, viver, lutar e, acima de tudo, recordar, porque como diz: se não houver memória, para que se vive? Isto explica claramente a nossa proposta: romper as fronteiras do silêncio e do esquecimento. Por isso veio, para que nos deixe observar sua miséria e degradação, por isso vamos pôr em cena este texto; para não esquecer aqueles que viveram estas e outras guerras, recordar as vítimas dos totalitarismos aniquilantes e avisar para o perigo de uma sociedade que roça a debilidade. Para reivindicar o valor do teatro testemunho do exílio, como um instrumento vivo e eficaz para interpelar a sociedade. IGNÁCIO GARCIA

tradução IVONETE DA SILVA ISIDORO_____encenação e dramaturgia IGNÁCIO GARCIA____com ANA BUSTORFF____cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA____desenho de luz BOGUMIL PALAWIC_____figurinos MANUELA BRONZE

assistente de encenação SOLANGE SÁ, GRASIELA MULLER____adereços GRASIELA MULLER____técnico de luz FÁBIO TIERRI____técnico de som GRASIELA MULLER____ confecção MÓNICA MELO____fotografia EDUARDA FILIPA

produção COMPANHIA DE TEATRO DE BRAGA____ 60 min.____ M/12

A GRANDE REVOLUÇÃO DOS INSECTOS

de Ana Lázaro

13 a 15 MAI 2021 | CINE SÃO VICENTE, PAIO PIRES, SEIXAL

QUI e SEX às 21h | SAB às 11h – ticketline e Biblioteca Municipal do Seixal

21 e 22 MAI 2021 | GINÁSIO CLUBE DE CORROIOS, SEIXAL

SEX às 21h | SAB às 15h e 21h – 962 086 161

03 JUN 2021 | PARQUE URBANO DAS PAIVAS, SEIXAL

QUI às 17,30h | Entrada gratuita, sujeita a reserva prévia obrigatória através do email bilheteira.cultura@cm-seixal.pt ou pelo telefone 915 635 090 (de segunda a sexta-feira, das 10 às 12 e das 14 às 17 horas).

Esta é a história do momento em que durante uma breve distração da realidade, uma equivocada interrupção da Vida, os insetos juntaram-se e conquistaram o Mundo… Porque apesar de aparentemente oculto, há um impercetível universo que se esconde debaixo dos nossos olhos. Um mundo invisível de seres em miniatura, que coabita com aquele que é visível. Um mundo, não dos pequenos: mas dos muito pequenos, dos minúsculos, dos pequeníssimos. Daqueles que podem facilmente ficar esborrachados debaixo de uma sola de sapato, ou asfixiados dentro de um frasco de azeite. Daqueles que se aventuram na caverna de uma orelha descuidada, ou que se aventuram a aterrar no cume da ponta de um nariz! E neste Mundo microscópico as histórias multiplicam-se. E foi precisamente na ponta de um nariz que tudo começou…
A GRANDE REVOLUÇÃO DOS INSETOS parodia o momento em que a pequenas criaturas tomaram conta do Mundo dos humanos, que estavam afinal sem controlo sobre um enorme carrocel de asas e patas que os rodeia. Narrada pelo INCRÍVEL-CONTADOR-DE-DUAS-CABEÇAS, num formato fantasioso e fantasmagórico de um Teatro em miniatura, este é o trajeto por vários capítulos de uma história de dimensões improváveis: uma metáfora de como o invisível se sobrepões ao visível, e de como independentemente da sua dimensão aparente, as pequenas coisas podem ter a força de revolucionar um movimento coletivo: de trazer o caos, mas também de reabilitar a esperança. 

encenação, espaço cénico e figurinos MARIA JOÃO LUÍS____adereços, marioneta e acessórios TERESA MILHEIRO___cabeçudos e adereços do capitulo cinco PESSOA JUNIOR_____direcção e composição musical RUI PINHO AIRES____desenho de luz  PEDRO DOMINGOS

com  MÁRCIA CARDOSO, PAULO DUARTE RIBEIRO e o músico ao vivo RUI PINHO AIRES

produção executiva  RITA DIEDRA____fotografia ALÍPIO PADILHA____confecção dos figurinos ROSÁRIO BALBI_____assistência de produção  FILIPE GOMES_____direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

39 ª produção  TEATRO da TERRA   2021   60 min.   M/6