A MULHER QUE MATOU OS PEIXES

a partir do livro homónimo de CLARICE LISPECTOR

Livro integra o Plano Nacional de Leitura recomendado para alunos dos 9 aos 11 anos

ESTREIA ADIADA

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quadro de Avelino Carmo

adaptação e encenação MARIA JOÃO LUÍS____ figurinos  DINO ALVES____  caracterização e adereços  PESSOA JÚNIOR_____  movimento  PAULO DUARTE RIBEIRO_____  desenho de luz  PEDRO DOMINGOS

com  ANA AMARAL, BEATRIZ FRAZÃO, FILIPE GOMES, PAULO DUARTE RIBEIRO e os alunos  ANA GOMES, CÁTIA DÂMASO, DANIELA LAGES, INÊS BRAGA, IRINA CAEIRO, LEONOR LIMA, MARGARIDA FIGUEIREDO, PAULO GARCIA, REGINA LOPES, SORAIA GOMES, VITÓRIA GOMES

pintura do cartaz JOANA VILLAVERDE_____  produção executiva RITA COSTA_____  assistência de encenação ANA AMARAL_____ design gráfico CLARISSE RICARDO_____  cenografia inspirada no quadro de AVELINO CARMO_____ construída por RUI GORDA e RUI MATOS_____  assistência de caracterização e adereços  ANDREIA PENA e MAFALDA ANTUNES_____  assistência de produção  FILIPE GOMES_____  direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

uma produção____   TEATRO da TERRA_____ 2020/21_____ M/6_____  duração aprox. 50 min. 

ACABAR COM EDDY BELLEGUEuLE

de ÉDOUARD LOUIS

28 FEV 2020

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

SEX 15h

A 28 FEV 2020, às 15h o Teatro da Terra acolhe no Fórum Cultural do Seixal ACABAR COM EDDY BELLEGUEULE de Édouard Louis, uma encenação de Dinarte Branco, com David Esteves e Dinarte Branco, produção Berma, em exclusivo para as escolas de 3 ciclo do concelho do Seixal.

Acabar com Eddy Bellegueule é a história, contada na primeira pessoa, de um rapaz que sofre na escola, na família e no meio em que vive, a humilhação e a violência verbal e física. Fugir desse meio, onde o racismo, a homofobia e a violência social se reproduzem por força de regras e discursos que não admitem desvios, é o que orienta o percurso de aprendizagem do jovem Eddy. Tanto quanto a história de uma experiência pessoal, este romance tematiza as questões de reprodução social e do exercício de uma violência inscrita em códigos de classe e de meio que são implacáveis para as transgressões protagonizadas por Eddy Bellegueule.

tradução ANTÓNIO GUERREIRO____encenação e adaptação DINARTE BRANCO____ com DAVID ESTEVES, DINARTE BRANCO____ desenho de luz FELICIANO BRANCO_____ figurinos SUSANA MOURA_____ banda desenhada JOÃO AUGUSTO

TEATRO da TERRA acolhe uma produção BERMA 2019/20

SONHO DE UMA NOITE de VERÃO

de WILLIAM SHAKESPEARE

fotografia Vitorino Coragem

23 a 25 JAN e 30 JAN a 1 FEV 2020 | QUI a SAB às 21h30

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

Info e reservas https://ticketline.sapo.pt/es/evento/sonho-de-uma-noite-de-verao-48387, locais habituais e Fórum Cultural do Seixal

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO é certamente, um dos textos teatrais mais representados em todo o mundo. Shakespeare escreve com grande mestria sobre o amor, o casamento, as histórias provocadas e acidentais, entrelaçando vários equívocos, onde fadas e duendes brincam e dominam à sua vontade os acontecimentos mágicos que interferem nas paixões dos amantes.  A reinterpretação de Maria João Luís enfatiza esta comicidade fantasiosa, inserida num ambiente cénico inclassificável e intemporal, que serve como matéria de reflexão sobre a influência e importância hoje, nas sociedades modernas, da Arte e dos artistas. 

tradução MARIA JOÃO ROCHA AFONSO_____encenação MARIA JOÃO LUÍS_____ composição e direcção musical JOSÉ PEIXOTO_____ figurinos DINO ALVES____ caracterização e adereços CIDÁLIA ESPADINHA_____ desenho de luz PEDRO DOMINGOS

com FILIPA MATOS ROSA, HELDER AGAPITO, JOANA ALMEIDA, LEONOR WELLENKAMP CARRETAS, LUÍS SIMÕES, MIGUEL AMORIM, PAULO DUARTE RIBEIRO, RITA ARAÚJO, RITA ROCHA SILVA, RUI NETO e BASAREU PRATES, FILIPE GOMES, JOSÉ SILVA, RUI GORDA_____ e os músicos ANA AMARAL – voz_____ ANA CAROLINA RODRIGUES – violoncelo____ JOSÉ PEIXOTO – guitarra____ MARC PLANELLS – cítara____ SOFIA QUEIROZ ORÊ-IBIR – contrabaixo____ TIAGO SANTOS – percussão

produção executiva RITA COSTA____ assistência de encenação ANA AMARAL_____ pintura do cartaz JOANA VILLAVERDE_____ fotografia de cena VITORINO CORAGEM_____ design gráfico CLARISSE RICARDO_____ assistência de produção FILIPE GOMES____ direcção de produção PEDRO DOMINGOS

produção_____ TEATRO da TERRA_____ 2019_____ M/6____ duração aprox. 105 min.

ERMELINDA DO RIO

nocturno para voz e concertina de JOÃO MONGE

DIGRESSÃO 2019

22 JUN | Alter Cultur Fest, Alter do Chão

25 a 30 JUN | Teatro do Bairro, Lisboa

06 SET | Avanteatro, Seixal

26 OUT | Teatro Miguel Franco, Leiria

09 NOV | Teatro Municipal de Vila Real

23 NOV | Cine-Teatro de Estarreja

30 NOV | Ateneu Artístico Vilafranquense , V. F. Xira

20 DEZ | Fórum Municipal Luísa Todi, Setúbal

fotografia Vitorino Coragem

As cheias do Tejo, a 26 de Novembro de 1967, no Ribatejo e arredores de Lisboa, foram a maior catástrofe natural, em Portugal desde o terramoto de 1755. Serviram de inspiração para João Monge escrever, na primeira pessoa, um poema narrativo pelos olhos de uma menina e de sua mãe, que vivem a tragédia de sobreviver para assistir, impotentes, ao desaparecimento da sua família, de amigos, de conhecidos. E bastou uma noite de chuva como tantas outras para que, de madrugada, o mundo estivesse virado do avesso.
Maria João Luís, naquele dia com 4 anos, é uma dessas pessoas que, juntamente com pai, mãe e irmão, sobreviveram, mas muitos dos seus familiares desapareceram nessa noite. A noite do fim do mundo, como alguém lhe chamou, é ainda hoje uma história mal contada. Ermelinda do Rio é um poema vivido pela actriz, que ela própria encena, numa auto-expiação dos seus fantasmas.

encenação MARIA JOÃO LUÍS_____ música para três contrabaixos JOSÉ PEIXOTO_____ cenografia JOSÉ CARRETAS_____ desenho de luz PEDRO DOMINGOS

com MARIA JOÃO LUÍS______ e os músicos ao vivo MIGUEL LEIRIA PEREIRA, SOFIA PIRES, SOFIA QUEIROZ ÔRE-IBIR

produção executiva RITA COSTA_____ assistência de encenação e design gráfico  CLARISSE RICARDO_____ fotografia de cena  VITORINO CORAGEM_____ assistência de produção FILIPE GOMES_____ direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

produção_____ TEATRO da TERRA____    2019____ M/12____ duração aprox. 55 min. 

AS CADEIRAS

de EUGÈNE IONESCO

TERRA da TERRA acolhe o TEATRO DO BAIRRO

16 NOV 19 | TEATRO CINEMA DE PONTE DE SOR

encenação ANTÓNIO PIRES tradução FÁTIMA FERREIRA e LUÍS LIMA BARRETO com CARMEN SANTOS, LUÍS LIMA BARRETO, RAFAEL FONSECA música MIGUEL SÁ PESSOA    cenografia ALEXANDRE OLIVEIRA figurinos LUÍS MESQUITA desenho de luz RUI SEABRA desenho de som  PAULO ABELHO e MIGUEL SÁ PESSOA

movimento PAULA CARETO construção cenário  FÁBIO PAULO caracterização e produção executiva IVAN COLETTI  mestra costureira ROSÁRIO BALBI fotografia de cena  MIGUEL BARTOLOMEU operador de luz JOSÉ CAMACHO  operador de som – DIOGO NETO grafismo MÁRIO SOUSA SABINO ilustração JOANA VILLAVERDE  direcção de cena HUGO MESTRE AMARO vídeos de cena ANTÓNIO PINHÃO BOTELHO comunicação MARIA JOÃO MOURA administração de produção ANA BORDALO produtor ALEXANDRE OLIVEIRA

produção AR DE FILMES/ TEATRO DO BAIRRO

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA  M/12   DURAÇÃO APROXIMADA 90 minutos

AS CADEIRAS é a terceira peça de Eugène Ionesco, publicada em 1953, depois de A Cantora Careca e A Lição, sendo considerada uma das suas obras-primas e um belo exemplo do seu teatro do absurdo. A peça repousa sobre uma ambivalência desconcertante, oscilando permanentemente entre o cómico e trágico, o sonho e o pesadelo. O mestre do teatro do absurdo, para quem “o cómico é trágico e a tragédia do homem, irrisória”, via esta peça como uma “farsa trágica”.

“Não há ninguém à nossa volta, ninguém no mundo, num mundo evanescente que desaparece, que deve desaparecer. Para onde passou o passado? Nada mais existe, o que quer dizer, nada mais existirá. Os dois velhos que estão em cena são eles próprios quase inexistentes. Só lá estão para manipular as cadeiras, dezenas de cadeiras, e não para exprimir o vazio ontológico, que é o verdadeiro assunto da peça. Estes dois velhos são falhados sociais e irrisórios mas entre eles há o amor. E neste mundo só há duas essencialidades: o amor e a morte. Quer dizer que o amor pode matar a morte”. Eugène Ionesco

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO

de WILLIAM SHAKESPEARE

encenação  MARIA JOÃO LUÍS      tradução  MARIA JOÃO ROCHA AFONSO    composição e direcção musical   JOSÉ PEIXOTO            caracterização e adereços   CIDÁLIA ESPADINHA       desenho de luz   PEDRO DOMINGOS

com BEATRIZ MAIA, DINIS GOMES, FILIPA MATOS ROSA, HELDER AGAPITO, JOSÉ LEITE, LEONOR WELLENKAMP CARRETAS, MÁRCIA ACRDOSO, MARIA JOÃO LUÍS, TADEU FAUSTINO e BASAREU PRATES, FILIPE GOMES, JOSÉ SILVA, RUI GORDA

e os músicos ANA AMARAL – voz    ANA CAROLINA RODRIGUES – violoncelo            JOSÉ PEIXOTO – guitarra     MARC PLANELLS – cítara      SOFIA QUEIROZ ÔRE-IBIR – contrabaixo       TIAGO SANTOS – percussão

produção   RITA COSTA      assistência de encenação   ANA AMARAL      pintura do cartaz   JOANA VILLAVERDE    fotografia de cena   VITORINO CORAGEM     design gráfico   CLARISSE RICARDO assistência de produção   FILIPE GOMES     direcção de produção    PEDRO DOMINGOS       

produção TEATRO da TERRA 2019 M/6

18 a 20 OUT 2019 | TEATRO CINEMA DE PONTE DE SOR

fotografia Vitorino Coragem
ilustração do cartaz Joana Villaverde

fotografia de ensaio Vitorino Coragem


ERMELINDA DO RIO

nocturno para voz e concertina

de JOÃO MONGE

encenação MARIA JOÃO LUÍS          música para três contrabaixos  JOSÉ PEIXOTO   com   MARIA JOÃO LUÍS e os músicos MIGUEL LEIRIA PEREIRA, SOFIA PIRES, SOFIA QUEIROZ ÔRE-IBIR    cenografia JOSÉ CARRETAS    desenho de luz PEDRO DOMINGOS

produção RITA COSTA    assistência de encenação e design gráfico CLARISSE RICARDO  pintura do cartaz SOLEDAD LAGRUTA      fotografia de cena VITORINO CORAGEM  assistência de produção FILIPE GOMES   direcção de produção PEDRO DOMINGOS 

uma produção TEATRO da TERRA 2019 M/12

TEATRO CINEMA PONTE DE SOR de 7 a 16 JUN

ALTER DO CHÃO 21 JUN

LISBOA, TEATRO DO BAIRRO de 25 a 30 JUN

fotografia Vitorino Coragem
fotografia de ensaio Vitorino Coragem

CATAMARÃ

de ANA LÁZARO

encenação RICARDO NEVES-NEVES cenografia ÂNGELA ROCHA figurinos RAFAELA MAPRIL desenho de som e sonoplastia SÉRGIO DELGADO desenho de luz PEDRO DOMINGOS com SUSANA MADEIRA, VITOR OLIVEIRA

produção TEATRO DO ELÉCTRICO 2018 M/6

TEATRO da TERRA acolhe o TEATRO do ELÉCTRICO

14 e 15 MAR 2019 | TEATRO CINEMA DE PONTE DE SOR

fotos


O ARRANCA CORAÇÕES

a partir de BORIS VIAN

TEATRO da TERRA ACOLHE O PROPOSITÁRIO AZUL

dramaturgia e encenação NUNO NUNES música e interpretação ao vivo NICO TRICOT concepção plástica PATRÍCIA RAPOSO desenho de luz CRISTÓVÃO CUNHA com ANA BRANDÃO, EMANUEL ARADA, HUGO SOVELAS, MIGUEL DAMIÃO produção executiva DIANA ALMEIDA

coprodução PROPOSITÁRIO AZUL, FITEI, SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

28 FEV e 1 MAR 2019 | TEATRO CINEMA DE PONTE DE SOR

foto Estelle Valente

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

a partir de LEWIS CARROLL

encenação MARIA JOÃO LUÍS, RICARDO NEVES-NEVES tradução MARGARIDA VALE DE GATO adaptação RICARDO NEVES-NEVES cenografia ÂNGELA ROCHA figurinos RAFELA MAPRIL desenho de som e sonoplastia SÉRGIO DELGADO desenho de luz PEDRO DOMINGOS direcção musical RITA NUNES

com ANA AMARAL, BEATRIZ FRAZÃO, JOANA CAMPELO, JOSÉ LEITE, LEONOR WELLENKAMP CARRETAS, MÁRCIA CARDOSO, MARIA JOÃO LUÍS, PATRÍCIA ANDRADE, PEDRO LACERDA, RAFAEL GOMES, SÍLVIA FIGUEIREDO e os músicos ANA CLÁUDIA SANTOS – flauta, FERNANDO MATIAS – baixo eléctrico, IVO RODRIGUES – trompete, JOSÉ MASSARRÃO – saxofone, MARCOS LÁZARO – violino, PEDRO FERRO – piano, RITA NUNES – saxofone, XAVIER RIBEIRO – trombone

direcção vocal JOÃO HENRIQUES caracterização CIDÁLIA ESPADINHA vídeo promocional EDUARDO BREDA assistência de encenação RAFAEL GOMES, DIANA VAZ produção executiva TADEU FAUSTINO assistência ao trabalho plástico e operação vídeo DANIELA CARDANTE, RITA CAPELO direcção de produção PEDRO DOMINGOS, RICARDO NEVES-NEVES

TEATRO da TERRA e TEATRO DO ELÉCTRICO em co-produção com TEATROS NACIONAIS D. MARIA II e SÃO JOÃO 2018/19 M/12

27 DEZ 18 a 6 JAN 19 | TEATRO NACIONAL D. MARIA II

11 a 13 JAN | CINE-TEATRO LOULETANO

18 e 19 JAN | TEATRO CINEMA DE PONTE DE SOR

26 JAN | CASA DA CULTURA DE ÍLHAVO

30 JAN a 10 FEV | TEATRO NACIONAL SÃO JOÃO

fotografia Alípio Padilha
fotografia de ensaio Filipe Ferreira

Criação artística para todos

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