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A PULGA ATRÁS DA ORELHA

de GEORGES FEYDEAU

27 a 31 OUT 21

TEATRO DO BAIRRO, Rua Luz Soriano, 63 – Bairro Alto, Lisboa

QUA a SAB às 21h30 | DOM 17h

Info e reservas na Bilheteira do Teatro do Bairro – 913 211 263 (15h-18h)

https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/100670-a_pulga_atras_da_orelha-teatro_do_bairro/

facebook.com/teatrodaterra; instagram.com/teatrodaterra; twitter.com/teatroedaterra

A esposa Raymonde Chandebise, depois de anos de felicidade conjugal desconfia do marido Victor Manuel, e decide testar a sua fidelidade, marcando um encontro num hotel/bordel, com uma admiradora secreta fictícia. A partir daqui o terreno está preparado para um carrocel de equívocos, encontros, desencontros e coincidências improváveis, que fazem deste clássico vaudeville, uma agradável sátira social ao casamento e á vida da burguesia parisiense do início do século XX.

Mestre da farsa comica-dramática, Georges Feydeau escreve em 1907, A Pulga Atrás da Orelha, e no mesmo ano a peça estreia no Théatre des Nouveautés, em Paris. Considerada como um dos maiores sucessos deste autor maior, perpetua o seu lugar no repertório da Comédie Française e de teatros de todo o mundo, confirmando Feydeau, como um dos maiores dramaturgos de sempre. Depois de O Marido Vai à Caça(2011) e A Dama do Maxim(2014) dois dos nossos maiores sucessos, o  Teatro da Terra volta a Feydeau para presentear o público, com duas horas de alegria e boa disposição.

tradução  CUCHA CARVALHEIRO e MANUELA COUTO__encenação  MARIA JOÃO LUÍS cenografia  ÂNGELA ROCHA_____figurinos  MARIA JOÃO LUÍS e ROSÁRIO BALBI_____desenho de luz  PEDRO DOMINGOS

com  HELDER AGAPITO, MARIA JOÃO LUÍS, MIGUEL SOPAS, PAULO DUARTE RIBEIRO, SÉRGIO GOMES, SILVIA FIGUEIREDO, TOBIAS MONTEIRO, VITOR OLIVEIRA e FILIPE GOMES, MANUEL JANEIRO, RITA ARAÚJO

produção executiva  DIANA ESPECIAL___cabelos DAVID XAVIER___fotografia ALÍPIO PADILHA assistência de produção  FILIPE GOMES_____direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

produção  TEATRO da TERRA_____ 2020_____120 min.____M/12


JÁ APRESENTADO

A IDA AO TEATRO e outros textos

de KARL VALENTIN

29 e 30 SET 21

THEATRO CIRCO DE BRAGA

QUA e QUI às 21h30 | Info e reservas –

https://bol.pt/Comprar/Bilhetes/98603-ida_ao_teatro_e_outros-theatro_circo/Sessoes

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fotografia Luana Santos
Os textos de Karl Valentin são tão profundos quanto engraçados, tão críticos quanto divertidos. Nos vários “duelos” maravilhosamente grotescos, que a personagem trava com comerciantes, funcionários, polícias, e outros da rua, sentimos a delicadeza que a vida pode conter, intrinsecamente mestrada na arte de desconversar, na tomada à letra ou nos diálogos que interpreta como quer, e por isso, inocente da responsabilidade nas situações absurdas. As personagens nascem das classes trabalhadoras mais baixas, como o casal de A IDA AO TEATRO, ou o duo de electricistas n’O PROJECTOR AVARIADO, são pessoas simples que se encontram actualmente, como no início do século passado, e é por isso que as pessoas ainda riem com tanto entusiasmo dessas pessoas teimosas hoje, como o faziam há 100 anos atrás. O seu humor corrosivo alerta-nos para o mais insignificante pormenor nos intervalos temporais por onde deambula, coagindo-nos a desafiar a lógica vigente ao instalar a dúvida relativa na hierarquia da importância, desta nossa abordagem à vida do quotidiano, deixando-nos a tentar adivinhar desfechos para finais, que o não são.    Karl Valentin (1882-1948), de seu nome Valentin Ludwig Fey, nasceu em Munique a 4 de Junho de 1882, filho de família modesta. Depois de alguns anos de trabalho como marceneiro, começa uma carreira de cantor popular nas cervejarias de Munique. Chega a organizar, sem êxito, uma digressão com uma grande orquestra de vinte instrumentos que ele acciona sozinho, graças a um mecanismo que inventou. É em 1907 que conhece, com O Aquário, o seu primeiro grande êxito. E passa a assinar Karl Valentin. Será em 1908, quando trabalha como actor em Frankfurter Hof, que conhece Liesl Karlstad que se viria a tornar a sua parceira em palco, durante cerca de trinta anos. Bertolt Brecht frequenta os seus espectáculos, toca na sua orquestra, reconhece a sua influência, chegando a afirmar que foi Valentin quem o ensinou a escrever peças de teatro. Em 1933 o seu filme A Herança foi proibido por questionar a propaganda da superioridade da raça ariana, iniciando um período difícil para o artista e seus parceiros de palco. Quando, por razões de saúde, Liesl Karlstad abandona a parceria em 1935, Valentin não encontra substituta à altura. A 1 de Abril de 1937, Samuel Beckett assiste ao seu espectáculo em Munique e comenta“Rimos tristemente.” Em 1942, Valentin retira-se para a casinha que tem em Plannegg, onde trabalha como amolador. Depois da guerra, tenta um regresso, com Liesl Karlstadt – mas passam desapercebidos. Quase esquecido, Karl Valentin morre de pneumonia a 9 de Fevereiro de 1948. O seu teatro é redescoberto nos anos 70, a partir das traduções de Jean-Jourdheuil e Jean-Louis Besson (Éditions Théâtrales), tendo desde então sido reconhecido como um dos maiores autores cómicos de sempre.

tradução LUÍZA NETO JORGE e MARIA ADÉLIA SILVA MELO______encenação MARIA JOÃO LUÍS____com CAROLINA PICOITO PINTO, HELDER AGAPITO, MARIA JOÃO LUÍS, RITA ROCHA SILVA, FILIPE GOMES_____piano GIOVANNI BARBERI_____violoncelo JOSÉ BLANCO____desenho de luz PEDRO DOMINGOS

fotografia de cena LUANA SANTOS_____produção executiva DIANA ESPECIAL_____assistência de produção FILIPE GOMES____direcção de produção PEDRO DOMINGOS

produção TEATRO da TERRA 2020_____M/12____90 min. 

A PULGA ATRÁS DA ORELHA

de GEORGES FEYDEAU

16 a 25 SET 21

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

QUI a SAB às 21h30 | Info e reservas – https://ticketline.sapo.pt/evento/a-pulga-atras-da-orelha-57237

Biblioteca Municipal e bilheteira do Fórum Cultural do Seixal

facebook.com/teatrodaterra; instagram.com/teatrodaterra; twitter.com/teatroedaterra

A esposa Raymonde Chandebise, depois de anos de felicidade conjugal desconfia do marido Victor Manuel, e decide testar a sua fidelidade, marcando um encontro num hotel/bordel, com uma admiradora secreta fictícia. A partir daqui o terreno está preparado para um carrocel de equívocos, encontros, desencontros e coincidências improváveis, que fazem deste clássico vaudeville, uma agradável sátira social ao casamento e á vida da burguesia parisiense do início do século XX.

Mestre da farsa comica-dramática, Georges Feydeau escreve em 1907, A Pulga Atrás da Orelha, e no mesmo ano a peça estreia no Théatre des Nouveautés, em Paris. Considerada como um dos maiores sucessos deste autor maior, perpetua o seu lugar no repertório da Comédie Française e de teatros de todo o mundo, confirmando Feydeau, como um dos maiores dramaturgos de sempre. Depois de O Marido Vai à Caça(2011) e A Dama do Maxim(2014) dois dos nossos maiores sucessos, o  Teatro da Terra volta a Feydeau para presentear o público, com duas horas de alegria e boa disposição.

tradução  CUCHA CARVALHEIRO e MANUELA COUTO__encenação  MARIA JOÃO LUÍS cenografia  ÂNGELA ROCHA_____figurinos  MARIA JOÃO LUÍS e ROSÁRIO BALBI_____desenho de luz  PEDRO DOMINGOS

com  HELDER AGAPITO, MARIA JOÃO LUÍS, MIGUEL SOPAS, PAULO DUARTE RIBEIRO, SÉRGIO GOMES, SILVIA FIGUEIREDO, TOBIAS MONTEIRO, VITOR OLIVEIRA e FILIPE GOMES, MANUEL JANEIRO, RITA ARAÚJO

produção executiva  DIANA ESPECIAL___cabelos DAVID XAVIER___fotografia ALÍPIO PADILHA assistência de produção  FILIPE GOMES_____direcção de produção  PEDRO DOMINGOS

produção  TEATRO da TERRA_____ 2020_____120 min.____M/12



O LUGRE

de BERNARDO SANTARENO

22 a 24 e 29 a 31 JUL 21

AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

QUI a SAB às 20h30 | Info e reservas – https://ticketline.sapo.pt/evento/o-lugre-55935

Biblioteca Municipal e bilheteira do Fórum Cultural do Seixal

facebook.com/teatrodaterra; instagram.com/teatrodaterra; twitter.com/teatroedaterra

fotografia Alípio Padilha

Na altura em que se comemora o centenário do nascimento de Bernardo Santareno (pseudónimo do Dr. António Martinho do Rosário), Fernanda Lapa endereçou ao Teatro da Terra o gentil convite para integrar o programa de homenagem a este que é um dos maiores dramaturgos portugueses de sempre.

Escolhemos O LUGRE pela qualidade da escrita, mas também porque é uma obra que está sustentada na experiência vivida pelo próprio autor na década de 1950, enquanto médico da frota de pesca do bacalhau, embarcado no navio-hospital Gil Eannes, e também nos arrastões Senhora do Mar e David Melgueiro, onde testemunha a saga dos pescadores portugueses, contrariando a visão pacífica, oficial, divulgada pela ditadura, das condições de trabalho e da pesca.

O risco que os pescadores enfrentavam nos mares da Terra Nova e Gronelândia, não compensou para muitos dos que repousam no fundo do oceano, desde que esta actividade começou a ser praticada com regularidade a partir do século XV.

O Teatro da Terra junta ao seu portfólio, a minuciosa encenação de Maria João Luís desta obra maior de Bernardo Santareno, ficcionada com base numa das actividades mais duras e letais da nossa história recente, pela sua dimensão épica e pela real e verdadeira coragem dos seus protagonistas, que merecem ser lembrados com maior frequência.

encenação  MARIA JOÃO LUÍS___cenografia   ANA TERESA CASTELO____composição e direcção musical   RUI REBELO____figurinos   MARIA JOÃO LUÍS___desenho de luz   PEDRO DOMINGOS                              

com   ANDRÉ ALBUQUERQUE, HELDER AGAPITO, PAULO DUARTE RIBEIRO, RODRIGO SARAIVA, SÉRGIO GOMES, TADEU FAUSTINO, TIAGO CORREIA, TOBIAS MONTEIRO, VITOR OLIVEIRA e ANTÓNIO FRAGOSO, FILIPE GOMES, JAIME GAMBOA, PAULO AMADO

assistência de encenação   TIAGO CORREIA____fotografia   ALÍPIO PADILHA___ilustração do cartaz  AVELINO CARMO___caracterização   CIDÁLIA ESPADINHA__construção cenográfica CARLOS CAETANO__produção executiva   RITA DIEDRA____assistência de produção   FILIPE GOMES___direcção de produção   PEDRO DOMINGOS

produção   TEATRO da TERRA  2021___M/12___dur. aprox. 90 min.


TEATRO da TERRA acolhe o TEATRO DAS BEIRAS

JÁ PASSARAM QUANTOS ANOS DESDE A ÚLTIMA VEZ QUE FALÁMOS, PERGUNTOU ELE

de RUI PINA COELHO

SAB, 19 JUN 21 às 20h30 | FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

SAB às 20h30 | https://ticketline.sapo.pt/evento/ja-passaram-quantos-anos-desde-a-ultima-vez-55174 ; Biblioteca Municipal e Fórum Cultural do Seixal

fotografia Ovelha Eléctrica

Já passaram quantos anos desde a última vez que falámos, perguntou ele, um texto que escrevi em 2011 para um espectáculo estreado no TEP – Teatro Experimental do Porto, é uma peça que gostava muito que fosse sobre a minha geração e sobre aquilo que nos tem acontecido. É sobre os nossos amores, casamentos, divórcios, as mudanças de casa, as partidas. Sobre o passar dos anos, sobre o entrar na vida adulta, sobre abandonar sonhos, sobre arranjar trabalho, sobre trabalhar, sobre andar apaixonado. Gostava que este texto fosse uma coisa sobre a vida em Portugal nas últimas décadas – mais ano menos ano. Um texto sobre amigos que vêem os amigos a crescer e a mudar. Um texto sobre a vida que fui vivendo, sobre a que me foram contando e sobre a que fui vendo. Em casa, no trabalho, nas ruas, nas manifestações, nos livros e nos jornais.

Passaram, entretanto, dez anos. E este é agora um texto para hoje. Para o que ainda nos vai acontecendo. E tem acontecido tanta coisa. A peça é construída num diálogo próximo com um outro texto, estreado em Portugal em 1967, no Teatro Experimental do Porto: O tempo e a ira, de John Osborne, com encenação de Fernando Gusmão. As quatro personagens do meu texto (Jaime, Cláudio, Alice e Helena) são “projecções” (mais ou menos distorcidas) de quatro das personagens do texto de Osborne: do arquetípico jovem revoltado Jimmy Porter; do enigmático mediador afável Cliff; da frágil e estóica Alison, a filha do Coronel; e da intensa Helena Charles, actriz. Além disso, aquilo que “acontece” ao quarteto português é o mesmo que “aconteceu” ao quarteto britânico. Os amores e desamores são (mais ou menos) os mesmos. Os erros são (mais ou menos) os mesmos. A raiva é mais ou menos a mesma. Mas com uma diferença maior. Nos anos cinquenta os Angry Young Men revoltavam-se contra todo um sistema de valores que declaravam obsoleto. Punham em questão as noções de Império, de masculinidade, de identidade, de futuro. A raiva era essencialmente uma questão geracional. “Look Back in Anger apresenta a juventude do pós-guerra tal como ela é […]. Todas as suas qualidades estão lá, qualidades que já não supúnhamos ver aparecer em palco – a deriva para a anarquia, um instintivo ideário de esquerda, a rejeição automática das atitudes ‘oficiais’, um sentido de humor surrealista, a promiscuidade casual, a sensação de que falta uma cruzada pela qual valha a pena lutar e, sublinhando tudo isto, a determinação de que ninguém deve morrer sem que se lhe faça o luto”, escrevia o influente crítico Kenneth Tynan, numa crítica entusiasmada titulada “A voz dos jovens” (Observer, 13 de Maio de 1956). E terminava a sua crítica com a apaixonada declaração: “Não sei se seria capaz de amar alguém que não queira ir ver Look Back in Anger. É a melhor peça jovem da sua geração”. Estava tudo dito.

Hoje as coisas são muito diferentes. Mas. A raiva do Jaime é diferente da raiva do Jimmy. A nossa raiva é confusa, dispersa, plural. Ou, pelo menos, a minha é assim. Se é que lhe posso chamar raiva. É pela promessa de liberdade que se esfumou. É uma raiva pela destruição das coisas verdadeiramente importantes – a paz, o pão, educação, saúde – banhada num mar de irrelevâncias, banalidades e futilidades. É a raiva da indignação. As coisas são hoje muito diferentes. Mas. Rui Pina Coelho

encenação GIL SALGUEIRO NAVE_____cenografia, figurinos e cartaz LUÍS MOURO_____desenho de luz  FERNANDO SENA e PEDRO BILOU_____sonoplastia HÂMBAR DE SOUSA____interpretação FERNANDO LANDEIRA, SÍLVIA MORAIS, SUSANA GOUVEIA e TIAGO MOREIRA

operação de luz e som HÂMBAR DE SOUSA____assistência ao movimento INÊS BARROS______confecção de figurinos SOFIA CRAVEIRO_____carpintaria JOSÉ FERREIRA DE SOUSA_____produção CELINA GONÇALVES ______fotografia e vídeo OVELHA ELÉCTRICA

produção TEATRO das BEIRAS____ 2021 ____90 min.____M/16


TEATRO da TERRA acolhe a COMP.ª DE TEATRO DE BRAGA

GOSTAVA DE ESTAR VIVA PRA VÊ-LOS MORRER

a partir de DE ALGUM TEMPO A ESTA PARTE de MAX AUB

QUA, 26 e QUI, 27 MAI 21 às 21h | FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL

QUA e QUI às 21h | https://ticketline.sapo.pt/evento/gostava-de-estar-viva-para-ve-los-sofrer-54754 e bilheteira do Fórum Cultural do Seixal

fotografia Eduarda Filipa

“Isto o vi eu. E continuo viva. E ainda há quem não queira inteirar-se.”

A dureza testemunhal é uma das principais qualidades deste texto seco e sórdido de Aub. Não quero que ninguém me console, diz Emma Blumennthal ao resistir à tentação melodramática e ao esquecimento. Tenta mitigar a sua própria amargura por todas as perdas, encontrando-lhes um sentido e uma missão. E a sua missão é o testemunho, a presença e a denúncia: isso eu vi. Sim! E ainda estou viva. E ainda há quem não queira inteirar-se. As suas palavras assumem uma dimensão enorme e justificam a sua presença diante de nós. Apesar do sofrimento, aquela mulher torturada pela vida e pela história decide ir em frente, viver, lutar e, acima de tudo, recordar, porque como diz: se não houver memória, para que se vive? Isto explica claramente a nossa proposta: romper as fronteiras do silêncio e do esquecimento. Por isso veio, para que nos deixe observar sua miséria e degradação, por isso vamos pôr em cena este texto; para não esquecer aqueles que viveram estas e outras guerras, recordar as vítimas dos totalitarismos aniquilantes e avisar para o perigo de uma sociedade que roça a debilidade. Para reivindicar o valor do teatro testemunho do exílio, como um instrumento vivo e eficaz para interpelar a sociedade. IGNÁCIO GARCIA

tradução IVONETE DA SILVA ISIDORO_____encenação e dramaturgia IGNÁCIO GARCIA____com ANA BUSTORFF____cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA____desenho de luz BOGUMIL PALAWIC_____figurinos MANUELA BRONZE

assistente de encenação SOLANGE SÁ, GRASIELA MULLER____adereços GRASIELA MULLER____técnico de luz FÁBIO TIERRI____técnico de som GRASIELA MULLER____ confecção MÓNICA MELO____fotografia EDUARDA FILIPA

produção COMPANHIA DE TEATRO DE BRAGA____ 60 min.____ M/12


PARCERIA


ESTRUTURA FINANCIADA


APOIO À DIVULGAÇÃO


NOTA IMPORTANTE

Regras de utilização do Auditório Municipal de acordo com as normas da Direção-Geral da Saúde

  • É obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao auditório e às bilheteiras (a lotação da bilheteira é de 1 pessoa);
  • É obrigatório o uso de máscara no auditório e a higienização das mãos à entrada e à saída do mesmo;
  • Recomenda-se a chegada antecipada para evitar maior ajuntamento de pessoas; 
  • A lotação é limitada em função do cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde para os recintos de espetáculos e espaços culturais;
  • Prevê-se a existência de lugares individuais e para co-habitantes (2 lugares);
  • Não existem lugares previamente marcados;
  • A entrada no auditório e a indicação dos lugares serão acompanhadas por assistentes de sala. Os espetadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala e não poderão trocar de lugar ou deslocar-se sem motivo justificado;
  • Durante o espetáculo o público deve permanecer no seu lugar. No final, deverá aguardar a indicação dos assistentes para se levantar e sair do auditório;
  • Não será permitida a permanência de espetadores no interior do auditório após o final dos espetáculos;
  • Nas instalações sanitárias apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo.

A processar…
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Criação artística para todos

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