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POTNIA THERON

de HÉLIA CORREIA

19 SETEMBRO ÀS 21H00

TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA

POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um epíteto e um motivo artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada de Homero, para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do Bronze e até do Neolítico.
Hélia Correia escritora consagrada, escreve de um fôlego, este poema épico inédito, a partir da antiguidade clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças entre os géneros masculino e feminino.

com 

MARIA  JOÃO LUÍS, SÍLVIA FIGUEIREDO

a voz ANTÓNIO LOURENÇO MENEZES

encenação  MARIA JOÃO LUÍS

cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA       

música original  JOSÉ PEIXOTO

desenho de luz, fotografia   PEDRO DOMINGOS   

assistência de encenação  BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO

assistência de produção  FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA       

direção de produção PEDRO DOMINGOS

produção TEATRO DA TERRA  2026  |  M/12 

PARA ONDE FOI O MEU CORPO?

de ANA LÁZARO

17 SETEMBRO ÀS 15H00

TEATRO MUNICIPAL DE BRAGANÇA

9 OUTUBRO ÀS 21H30

TEATRO MIGUEL FRANCO - FESTIVAL ACASO - LEIRIA

A ideia de Corpo e todas as transformações que sofre, está no eixo central desta peça. Os humanos, ainda que feitos dos mesmos tecidos que sempre os constituíram, parecem afastar-se cada vez mais da realidade táctil. Sinais para o crescimento do sedentarismo, consumo de jogos online durante várias horas, ou o retardamento do início da vida amorosa e sexual, parecem indicar que a relação CORPO-MUNDO está a mudar. 

 

Questões, dúvidas e inquietações de viver num Mundo que parece ultrapassar-nos numa voraz e constante mudança tecnológica, inevitavelmente transformadora. 

 

O propósito deste projecto não é diabolizar a nova era tecnológica e os seus efeitos na Infância e Juventude. Pelo contrário é antes compreendê-los, desconstruí-los e procurar discuti-los no espaço artístico e teatral, convidando os Espectadores a uma intervenção e pensamento activos. Para que possa o teatro ser também um convite a conhecermos o outro e a nós mesmos, de olhos postos no céu – mesmo quando o olhamos através do ecrã do nosso smartphone.

 

Ficha Artística e Técnica

 

encenação  MARIA JOÃO LUIS 

com BRUNO SOARES NOGUEIRA, PEDRO MOLDÃO

cenografia DANIELA CARDANTE 

música  TÓ TRIPS 

desenho de luz PEDRO DOMINGOS 

assistência de encenação SÍLVIA FIGUEIREDO

assistência de produção FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA

direção de produção PEDRO DOMINGOS

 

produção  TEATRO DA TERRA    2025    M/12 

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